quarta-feira, 26 de novembro de 2008

 

Gratidão com os aposentados











O ponto mais alto da moral consiste na gratidão com os aposentados que tanto sofreram e agora estão na amargura de vida. E esta verdade um dia o seu dia chegara + cedo ou + tarde
O porque que criei este blog com este titulo na esperança que os queridos navegador da Internet possa achá-lo nas pesquisas
E também na aposta que você divulgue este blog

 

Miséria dos aposentados

Miséria dos aposentados

Os aposentados estão com o saco cheio de ver na mídia os lucros fantásticos do governo,mais grana que é bom nada.Mesmo a mídia,especialmente o grupo Globo com medo de perder a polpuda verba publicitária nem toca no assunto.Sobra dinheiro pra tudo menos pros aposentados......A Polícia Federal, liderada pelo seu excelente delegado, anda inquieta com uma parceria esquisita entre funcionários do Dataprev e alguns bancos especializados em fazer empréstimos com desconto em folha para aposentados. Esses funcionários teriam vendido para instituições financeiras o cadastro sigiloso com nome e endereço dos 22 milhões de aposentados e pensionistas do país. Esses empréstimos já somam 4,3 bilhões de reais.E o pior de tudo é que determinadas lojas para garantir o recebimento das vendas a prazo para os infelizes dos aposentados exigem o nº do beneficio e ai desconta na fonte(no beneficio) o valor das prestações.Acho isso desonesto,pois na maiorias das vezes o tomador nem desconfia que esta contraindo um empréstimo para ser descontado no seu beneficio.O lamentável é que conheço dúzias de aposentados com cinco ou mais diplomas,uns com pos graduações.outros.Gente de alto saber,que passaram a vida trabalhando igual uns malucos e al se aposentarem viram seu rendimentos sumir.Quem se aposentou pela lei antiga e que ganhava 15 salários agora não ganha nem dois.Logo logo estará ganhando um e enquanto isso o governo vai aposentado todo mundo e o seu Raimundo e o dinheiro vai sair de quem realmente contribuíram no passado.Caro amigo fiz este testo na defesa dos sofridos aposentados deste Brasil rico mais de gente pobre..Os aposentados estão com o saco cheio e eu também de ver pessoas idosas trabalhando as vazes até em ambiente insalubre só por que o governo é desonesto e não paga o que deve..

 

XÔ vendilhões da fé

A televisão brasileira infestou a sua programação, nos últimos anos, com show de atrações de religiões, que consistem basicamente em arrecadar dinheiro dos inocentes , levando o cidadão comum ou mesmo pessoas famosas ao seus rebanhos. Pessoas quanto mais famosas mais ibope traz a eles. do povo são retirado tudo até mesmo a fé .Pois quem tem um mínimo de discernimento [E inteligêcia] vê esta palhaçada fica revoltado e perde a fé.Muitos de boa fé nem percebe e nem dão conta de que foram usadas para enriquecer ainda mais este espertos (redes televisivas) sedentos de audiência e de lucros cada vez mais vultosos.Essas atrações religiosas, hoje presentes em todas as grandes redes abertas de tevê e especialmente na tv a cabo e via satélite. Exploram a boa-fé, a tolerância, a ingenuidade das pessoas.Esta na hora de Cristo voltar a terra e expulsar e mercadores da mídia.Pois as congregações serias e honesta nunca estiveram nesse meio.É só observar !e constatar. Esse tipo de mercado enseja reflexões.Caro leitor talvez você vá me xingar e me contestar,mais se eu fosse uma autoridade a primeira coisa que ia proibir era este comercio vergonhoso.Quem quer manter uma crença não precisa de tv e sim de um templo.Fazia tempo que queria fazer este texto e hoje fiz

 

Pergunte ao Senador

Pergunte ao Senador PUNIÇÃO SÓ PARA OS POBRES Marcelo Bonfim Coimbra, de São José da Barra (MG) "Gostaria de saber por que uma pessoa pobre, quando comete um pequeno delito, fica vários anos na cadeia e uma pessoa rica, que rouba milhões do povo, é presa pela manhã e solta à tarde." O senador Cristovam Buarque (PT-DF) responde: "Marcelo, desde o tempo em que o Brasil era império, tudo que o país tinha era em benefício de uma minoria. E isso continua. Por exemplo, uma pessoa que consegue terminar a universidade recebe bolsa para continuar estudando e fazer doutorado. Aquele que ainda não aprendeu a ler não recebe bolsa para ser alfabetizado. Mesma coisa ocorre com a Justiça. É uma Justiça que foi feita para servir sobretudo à minoria privilegiada, que pode pagar bons advogados e que tem leis que, inclusive, a protegem. Por isso, quem rouba um pão é preso, e quem rouba 1 milhão fica solto. No Brasil, as leis são feitas sobretudo para beneficiar uma minoria privilegiada."Fonte Jornal do Senado"

 

O apóstolo dos aposentados

O estresse do senador Paulo Paim (PT-RS), na busca de reabilitar os salários dos inativos da previdência brasileira levou-o às lágrimas após 10 horas de vigília. Certamente muitos dirão que lágrimas de político são como as de jacaré, mas é preciso olhar com menos ódio para homens e mulheres que optaram pela vida pública porque entenderam ser capazes de mudar circunstâncias e situações as quais julgaram perversas. Como em qualquer área humana há o bem e o mal e até prova em contrário o senador merece a credibilidade de todos nós. Sua presença no Senado tem demonstrado equilíbrio, conhecimento, honestidade e trabalho em favor de importantes anseios brasileiros. Sua luta para restabelecer o mesmo patamar de reajuste dos trabalhadores da ativa para os inativos é de longa data. O parlamentar tem enfrentado toda a ordem de inimigos e até desafetos em favor da legitimidade do que defende. Aliás, quem está na contramão do processo é a União que ao longo de 30/35 anos recolheu valores correspondentes a um, dois, três ou quantos forem os salários mínimos que o cidadão contribuía e depois de aposentá-lo passou a devolver apenas a sua metade. A situação é grave e a sociedade devia estar mais atenta e empenhada em buscar a reversão deste fato porque isso é uma questão de todos haja vista que os trabalhadores de hoje estarão aposentados em algum tempo do futuro. Portanto, os ativos de hoje suportarão essa mesma dificuldade logo à frente.
A eterna explicação de que a previdência brasileira permanece com grande déficit caiu em descrédito. Há décadas manipula-se esse registro sinistro e duvidoso que põe em cheque a viabilidade previdenciária sempre em prejuízo do cidadão brasileiro.
Quase toda a família tem hoje um aposentado pelo INSS, portanto vivencia o doloroso ato de observar, ano a ano, minguar os proventos de quem envelhece e que, por decorrência do desgaste natural do corpo, requer maior freqüência a clínicas, acesso a medicamentos e alimentação mais específicos e obviamente de maior valor econômico.
Nossos aposentados estão à frente do calvário da sobrevivência por absoluta falta de sensibilidade, solidariedade, humanidade e respeito daqueles que governam.
É quase um ato de terrorismo o entendimento de nossos governantes para este fato. O presidente da república parece não perceber a gravidade da situação, pois não tem se mostrado muito ativo na defesa de uma nova ordem para as aposentadorias.
O PT, que ora governa o país, não faz muito tempo defendia um atendimento digno aos aposentados. Bastou ocupar o espaço da governança para mudar o rumo do pensamento e dar um atendimento a menor a essa população de brasileiros. A oposição de hoje, governista de ontem, faz o caminho inverso: cerrou o debate enquanto governava e hoje se lança em discurso de adesão à causa.
Estas posturas contraditórias desqualificam os discursos dos políticos e deixam à mercê da própria sorte os cidadãos brasileiros. O projeto do senador Paim, tão logo passe para a discussão em plenário, se aprovado, vai à decisão do presidente. Todos dizem que será vetado porque a autoridade constituída vai se valer dos relatórios que insistem no déficit bilionário nas contas previdenciárias não podendo – ou não devendo – abrir novo front de gastos sem a conseqüente cobertura.
Os aposentados e os brasileiros esperam que o presidente corrija a injustiça já que toda sua trajetória política até chegar ao posto maior da administração brasileira tinha por escopo consertar erros sociais os quais cavaram profundos sulcos entre as camadas ricas e as miseráveis. Não pode, pois, agora, esquecer suas falas porque de Judas Iscariotes e Silvérios dos Reis o inferno está repleto. sandra.silva@brturbo.com.br Todo o credito a Sandra

 

Belo Antonio




O Belo Antonio, com Marcello Mastroiani e Claudia Cardinale

- A parceria entre Mauro Bolognini (direção) e Pier Paolo Pasolini (roteiro) rendeu títulos importantes como Os Namoros de Marisa, Um Dia de Enlouquecer, A Longa Noite de Loucuras e, talvez, o mais famoso, O Belo Antonio, que a Silver Screen acaba de lançar em DVD. Não se trata da melhor direção de Bolognini, mas de maior repercussão por tratar, em 1960, de um tema tabu: a impotência sexual.

Inspirado no romance de Vitaliano Brancati, trata-se da história do belo e vistoso Antonio, que encanta as mulheres, apaixonadas porque imaginam que ele seja o "amante ideal", mas na realidade Antonio é impotente. Ele se casa com Bárbara, uma jovem rica, que só descobre a verdade após o casamento.

O filme é recheado de imagens criativas, como a tradição siciliana que obriga o marido a colocar na janela os lençóis da noite de núpcias para provar que cumpriu com seu dever. Com a demora de Antonio, as especulações sobre sua masculinidade começam a aumentar. O tom é tragicômico, magnificamente interpretado por Marcello Mastroianni e Claudia Cardinale nos papéis principais.

Curiosamente, a presença de Mastroianni causa uma certa desconfiança em relação a Antonio por ter o ator construído uma carreira baseada na fama de latin lover, ou seja, alguém que dificilmente falharia. Na verdade, apenas comprova sua versatilidade como ator.

E o mérito do filme não está apenas no roteiro agridoce de Pasolini, mas na direção de Bolognini. Ele foi mais que um artesão, um autor atraído por temas como a impotência do homem e a mistificação da mulher.



Brancati caracteriza-se por seu moralismo profundo, amargo e desesperado.
É um incessante observador da preguiça, da incapacidade de agir e da debilidade moral da sociedade burguesa siciliana que, de certa forma, reflete a situação da burguesia italiana como um todo.
Em O belo Antonio, o autor junta o sarcasmo à hilaridade ao utilizar a metáfora do jovem impotente que representa o limite encarnado do supremo ideal do fascismo e da sociedade burguesa meridional, no sexo, na impotência moral, militar e política do regime, com a consciência desolada pela inutilidade dos esforços para mudar o mundo.

 

Os salários dos aposentados


O senador Paulo Paim (PT) é autor de um projeto aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado que se propõe a atualizar os salários dos aposentados pelo INSS. A medida - estimada em R$ 9 bilhões - garante aos aposentados perceber valores equivalentes aos que recebiam na data da concessão dos benefícios. A idéia é estipular um Índice de Correção Previdenciária que indexe os benefícios da Previdência ao salário mínimo, para que os seus valores não se deteriorem ao longo do tempo.

Paim, que faz parte do partido governamental, comunga certamente dos ideais de justiça social tão decantados pelos ex-oposicionistas, hoje ocupantes de cargos e posições chave no governo, que parecem ter mudado de lado, e não pode concordar com o covarde assalto de que são vítimas os quase 8 milhões de aposentados que, depois de 35 anos suados, adquiriram direito a uma aposentadoria, cujo total lhes é subtraído a cada ano.

O fato é que aposentadorias de até um Salário Mínimo mensal têm sido corrigidas em ritmo muito superior às de mais de 1 SM, como se estes fossem marajás e milionários, e a inflação não os afligisse como os outros. Registre-se que, entre 1995 e 2008, os 16 milhões de aposentados que recebem o equivalente a um salário mínimo tiveram reajustes de 104,20% acima da inflação. No mesmo período, os 8 milhões que recebem valores acima do mínimo tiveram reajustes menores: 20,06% além da variação inflacionária. O resultado será simplesmente o nivelamento por baixo, ou seja, a longo prazo, todos os aposentados estarão ganhando 1 SM. É a versão brasileira da ditadura do proletariado, tão defendida por Lênin, Stalin, Bukharin et caterva.

Em defesa do projeto de Paim, recordemos as palavras do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao se referir às milionárias indenizações aos "heróis" que se bateram contra o regime militar, alguns deles assaltantes comuns e assassinos, e outros, farsantes, que choram lágrimas de crocodilo para receber polpudas indenizações: "Determinadas decisões, mesmo que sejam tardias, são fundamentais para a constituição da construção democrática do país", disse Tarso. É isso aí. O que Paim propõe é uma decisão tardia, mas fundamental à vida de pessoas que lutaram durante 35 anos, sem roubar, sem assaltar, tendo perdido o emprego, por vezes sendo preteridos nas promoções funcionais, mas obtendo, por prêmio, uma aposentadoria que diminui a cada ano.

Existe uma Comissão de Anistia, no âmbito do Ministério da Justiça, que já concedeu um total de R$ 2,4 bilhões em indenizações. Segundo Paulo Abrão, presidente da comissão, já foram pedidos mais de 62 mil pedidos de anistia, dos quais 38 mil já foram apreciados e apenas 3.000 indeferidos. A média de indenizações pagas é de R$ 3.758,60 mensais.

 

Jornalista tem que ter autonomia

Salete Lemos diz tudo.Já não basta a pouca vergonha com os aposentados e ainda roubam os correntistas

Salete Lemos critica TV Cultura e diz que foi demitida por censura
Salete Lemos está fazendo participação fixa, com cachê, no "Hebe", mas ainda não digeriu sua demissão da Cultura, em julho. Ela diz que foi dispensada após criticar os bancos e o governo. "Um banco ameaçou tirar o patrocínio se eu não me retratasse no ar. A Cultura perdeu o compromisso com a liberdade editorial", afirma Salete. A Cultura diz que a demissão dela não teve relação com o comentário.
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